Inteligência Emocional é Essencial na Vida Profissional

A inteligência emocional é uma ferramenta indispensável para o sucesso profissional. Mas qual a relação entre uma coisa e outra?

A inteligência emocional é, simplificando, a capacidade de administrar as suas emoções, o que, por óbvio, é determinante na conquista de objetivos. Ela está relacionada com vários fatores, como capacidade de automotivação, persistência em momentos de frustração, controle dos impulsos e canalização de emoções, dentre outras coisas.

Diante do exposto, há que se concluir que esse tipo de inteligência ajuda a gerir as crises diárias, a equilibrar as emoções, a conter os impulsos e a manter as emoções estáveis, o que é essencial na tomada de decisões e na execução de qualquer atividade profissional.

As pessoas, mais do que qualificações técnicas, precisam saber lidar com suas seguranças, medos e insatisfações, já que é fato notório que a grande maioria das demissões ocorre por problemas relacionados ao comportamento e não por falta de técnica. É fato, ainda, que um ambiente de trabalho harmônico faz com que o trabalho flua e seja mais produtivo, por isso é cada vez mais importante que as pessoas tenham mais inteligência emocional.

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Quem a tem em altos níveis é mais ágil na tomada de decisões, sabe minimizar e resolver os conflitos de forma correta, além de buscar melhores soluções e traçar objetivos  e estratégias para alcançar o êxito. Além disso, quem possui inteligência emocional tem muito mais chances de subir na carreira, pois consegue enxergar as coisas de ângulos diferentes, sendo um verdadeiro visionário.

Sim, as emoções interferem no raciocínio, claro, e quem não as tem sob controle não rende profissionalmente, não inova, não busca soluções possíveis e viáveis.

Cumpre ressaltar que experiência profissional não tem relação direta com inteligência emocional. Claro que a experiência, bem como a maturidade,  contam bastante, já que quem tem mais experiência teoricamente sabe lidar melhor com as mais diversas situações que possam surgir no ambiente corporativo. Contudo, isso não significa que, tendo mais experiência, seja-se mais inteligente emocionalmente.

Toda empresa estabelece metas e busca resultados, e para conseguir isso depende, cada vez mais, de pessoas preparadas para “bater” essas metas e gerar os resultados esperados e, nesse quesito, quem possui inteligência emocional sai na frente. E, apesar dessa “habilidade” ser necessária em todos os funcionários, é mais importante ainda para os que ocupam ou visam ocupar cargos de liderança, pois um líder que não é emocionalmente estável não conduz sua equipe ao sucesso.

Os líderes, que tem, dentre outras, a função de fazer a equipe “funcionar” de forma harmônica, precisa, antes de tudo, ele mesmo funcionar harmonicamente, estando em equilíbrio para gerir os prováveis e esperados problemas e crises.

Apesar de não ser tão valorizada e difundida como deveria, a inteligência emocional cada vez mais ocupa lugar de destaque quando da contratação de um funcionário, bem como quando da análise da possibilidade de promoções, já que as empresas começaram a entender que, como a maioria das demissões tem origem comportamental, é essencial que o seu funcionário tenha menos probabilidade de oferecer esse tipo de problema.

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