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Mães e a aceitação de um filho gay

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Infelizmente, no mundo em que vivemos e principalmente no Brasil, assuntos ligados a homossexualidade andam em passos lentos, causando situações constrangedoras em vários ambientes, tais como, o familiar, o local de trabalho e até mesmo entre amigos.

No entanto, a situação mais complicada envolve o ambiente familiar e, muito além do que isso, uma pessoa importantíssima para nós: a mãe.

A figura materna

Desde sempre, a figura da mãe é referência de força, aconchego e carinho para todos os filhos. Por isso, nesse momento, o que um filho homossexual quer é justamente esse carinho, um amor de mãe, independente de sua orientação sexual.

Contudo, o “revelar” é muito tenso e difícil para ambos, pois a mãe jamais sonha que o filho será gay e, por outro lado, o filho não tem esse poder de escolha, pois, ainda que existam alguns adolescentes que fazem isso por impulso, a orientação está envolvida em “n” pilares, sendo um deles, o do amor, do sentimento puro ou da atração, enfim, por alguém do mesmo sexo.

A aceitação

Após a revelação, os filhos não podem pensar que serão aceitos de forma natural, pois isso, infelizmente, acontece raramente. No entanto, psicólogos afirmam que nesse momento, o ideal é que o filho tenha esse colo materno, mesmo que a mãe ainda não tenha compreendido ou aceitado.

Mãe precisa de ajuda psicológica?

Sim, algumas mães precisam desse tipo de ajuda para compreender mais detalhadamente sobre esse “universo”. Algumas relutam tanto que não conseguem ver o tanto de coisas negativas que está atraindo para si e para sua família, bem como para seu filho.

Então, como dica, vale a pena ler o livro “Mãe sempre sabe?” de Edith Modesto que irá abrir um pouco a sua mente e colocará em “debate” esse assunto que vem com tanta polêmica.

Mais uma dica…

Mães que possuem um filho gay, converse e dê apoio, pois será um momento difícil para você, mas também será para seu filho e, por mais que não tenha sido o que sonhou, tudo o que uma mãe mais quer é a felicidade de seu filho, não é mesmo? Então, pense nisso, pois há pessoas de bem que só escolheram outra orientação, mas não perderam o caráter, roubando ou matando, por exemplo.

Reflitam.

Kika - Sou blogueira há 10 anos, dedico minha vida a produção de conteúdos sobre beleza e cabelos. Amo, amo, o que faço, não poderia fazer outra coisa na vida. Com muito amor compartilho minhas dicas no PatricinhaEsperta e CabelosLoiros.com.br. E-mail: [email protected] @blogdakika

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